solo | s. m.
(latim solum, -i)
Porção de superfície terrestre; Parte superficial da terra que se pode cultivar ou onde podem crescer plantas.

Para nós, a comida é um dos bens mais importantes do mundo, devendo ser de boa qualidade e corretamente produzida. Por isso, é essencial sabermos as suas origens, seja carne, peixe, ovos, vegetais ou até mesmo a água que consumimos. Mas mais importante ainda é sabermos como se alimentam e que tudo está relacionado com um só elemento: o solo. Juntem-se a nós, numa viagem ao centro da terra, desvendando os seus segredos.

Participaram.

Azeitona Verde
Com a missão de aumentar a consciência pública sobre alimentação saudável, sazonal e sustentável, a Azeitona Verde está inserida no Parque Natural de São Mamede, em Marvão, onde produz azeite biológico respeitando a biodiversidade e a sustentabilidade ambiental, promovendo assim um equilíbrio entre a tradição e a inovação na comunidade local, apostando em métodos amigos do ambiente e totalmente orgânicos.
Com a missão de aumentar a consciência pública sobre alimentação saudável, sazonal e sustentável, a Azeitona Verde está inserida no Parque Natural de São Mamede, em Marvão, onde produz azeite biológico respeitando a biodiversidade e a sustentabilidade ambiental, promovendo assim um equilíbrio entre a tradição e a inovação na comunidade local, apostando em métodos amigos do ambiente e totalmente orgânicos.
Fruta Feia

Cooperativa de consumo criada com o objectivo de reduzir o desperdício alimentar devido à aparência, canalizando a parte da produção fruto-hortícola rejeitada por meras razões estéticas desde os agricultores até aos consumidores. Almeja criar um mercado alternativo para a fruta e hortaliças “feias”, capaz de alterar padrões de consumo. Um mercado que gere valor para os agricultores e consumidores e combata tanto o desperdício alimentar como o gasto desnecessário dos recursos utilizados na sua produção. A Fruta Feia arrancou em Novembro de 2013 em Lisboa com 1 ponto de entrega, 100 consumidores associados e 10 agricultores.
Hoje em dia, com 8 pontos de entrega espalhados pelo país, 3300 consumidores associados e uma rede de 130 agricultores, evita semanalmente 10 toneladas de desperdício.

Cooperativa de consumo criada com o objectivo de reduzir o desperdício alimentar devido à aparência, canalizando a parte da produção fruto-hortícola rejeitada por meras razões estéticas desde os agricultores até aos consumidores. Almeja criar um mercado alternativo para a fruta e hortaliças “feias”, capaz de alterar padrões de consumo. Um mercado que gere valor para os agricultores e consumidores e combata tanto o desperdício alimentar como o gasto desnecessário dos recursos utilizados na sua produção. A Fruta Feia arrancou em Novembro de 2013 em Lisboa com 1 ponto de entrega, 100 consumidores associados e 10 agricultores.
Hoje em dia, com 8 pontos de entrega espalhados pelo país, 3300 consumidores associados e uma rede de 130 agricultores, evita semanalmente 10 toneladas de desperdício.

Gleba
Toda a vida extremamente interessado em gastronomia, Diogo Amorim estudou Artes Culinárias numa das mais reputadas escolas de hotelaria na Suiça. Estagiou num dos melhores restaurantes do mundo: o The Fat Duck, em Inglaterra. Foi aí que aprofundou o seu interesse em pão de fermentação natural, visto que o restaurante de 3 Estrelas Michelin se encontrava, nessa altura, a estudar o potencial gastronómico deste simples, e no entanto, complexo alimento. Trabalhou meio ano num dos melhores restaurantes portugueses, o Vila Joya, e veio para Lisboa em 2015 fazer um Mestrado em Ciências Gastronómicas. Durante quase dois anos desenvolveu o projecto Gleba, viajando por Portugal em busca de pequenos produtores de cereais. No final de 2016 abriu a padaria Gleba, onde se faz pão verdadeiro.
Toda a vida extremamente interessado em gastronomia, Diogo Amorim estudou Artes Culinárias numa das mais reputadas escolas de hotelaria na Suiça. Estagiou num dos melhores restaurantes do mundo: o The Fat Duck, em Inglaterra. Foi aí que aprofundou o seu interesse em pão de fermentação natural, visto que o restaurante de 3 Estrelas Michelin se encontrava, nessa altura, a estudar o potencial gastronómico deste simples, e no entanto, complexo alimento. Trabalhou meio ano num dos melhores restaurantes portugueses, o Vila Joya, e veio para Lisboa em 2015 fazer um Mestrado em Ciências Gastronómicas. Durante quase dois anos desenvolveu o projecto Gleba, viajando por Portugal em busca de pequenos produtores de cereais. No final de 2016 abriu a padaria Gleba, onde se faz pão verdadeiro.
People 4 Soil
Isabel Linhares Branco, vive em Vila Real, e trabalha para QUERCUS, Associação Nacional para a Conservação da Natureza, desde 2014. É Engenheira Florestal e obteve um mestrado em Engenharia dos Recursos Florestais na Universidade de Trás-o- Montes e Alto Douro (UTAD). Durante vários anos foi docente na UTAD das disciplinas de Solos e Pedologia e Conservação do Solo, onde participou em diversos projetos de investigação relacionados com práticas de mobilização e conservação do solo. Atualmente trabalha nas áreas do ordenamento e gestão do território. Também pertence ao grupo de trabalho de agricultura e solos do Quercus e ao Grupo de Solo do EEB (European Environmental Bureau). É membro da Direção do Núcleo Regional da Quercus de Vila Real onde tem desenvolvido várias ações de educação e sensibilização ambiental.
Isabel Linhares Branco, vive em Vila Real, e trabalha para QUERCUS, Associação Nacional para a Conservação da Natureza, desde 2014. É Engenheira Florestal e obteve um mestrado em Engenharia dos Recursos Florestais na Universidade de Trás-o- Montes e Alto Douro (UTAD). Durante vários anos foi docente na UTAD das disciplinas de Solos e Pedologia e Conservação do Solo, onde participou em diversos projetos de investigação relacionados com práticas de mobilização e conservação do solo. Atualmente trabalha nas áreas do ordenamento e gestão do território. Também pertence ao grupo de trabalho de agricultura e solos do Quercus e ao Grupo de Solo do EEB (European Environmental Bureau). É membro da Direção do Núcleo Regional da Quercus de Vila Real onde tem desenvolvido várias ações de educação e sensibilização ambiental.
Quinta de Sant'Ana
No segundo ano da conversão à produção biológica, com a certificação programada para 2018, o produtor de vinhos Quinta de Sant’Ana, localizado 30 minutos a norte de Lisboa, já está a gozar dos benefícios dos solos mais saudáveis e os seus 11 hectares de vinhas mais sustentáveis.  Os proprietários Ann e James Frost, para quem a filosofia biológica foi sempre uma aspiração fundamental, abordam os desafios deste num clima costeiro e húmido, apresentam os benefícios incomparáveis do vinho biológico para o consumidor e consideram o caminho para o futuro do projeto.
No segundo ano da conversão à produção biológica, com a certificação programada para 2018, o produtor de vinhos Quinta de Sant’Ana, localizado 30 minutos a norte de Lisboa, já está a gozar dos benefícios dos solos mais saudáveis e os seus 11 hectares de vinhas mais sustentáveis.  Os proprietários Ann e James Frost, para quem a filosofia biológica foi sempre uma aspiração fundamental, abordam os desafios deste num clima costeiro e húmido, apresentam os benefícios incomparáveis do vinho biológico para o consumidor e consideram o caminho para o futuro do projeto.
evento oh deer solum
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